Maurício Francisco Carvalho Marques;
nasci no Rio de Janeiro no começo dos anos sessenta.
Ainda criança, vim com a família pra
São Paulo, e depois de morar algum tempo pros lados do Jardim São João
Climaco, fixamos residência em Taboão da Serra, município da grande São
Paulo, onde cresci.
Atualmente, assino o meu trabalho,
Maurício Carvalho Marques, mas sou mais conhecido por aí, como poeta Maurício
Marques.
Embora sempre utilizei a internet
muito pouco, o meu trabalho é bem conhecido pela forma alternativa da divulgação, através de suplementos ou
fanzines, colagens, apresentação em Saraus, etc.
Acredito estar contribuindo um
pouquinho para o despertar do prazer da leitura, elemento catalisador da
consciência plena. E com o texto Barco de Ilusões, estar levando uma mensagem
de alerta e esperança ao grande problema das drogas, talvez o maior flagelo
social da atualidade.
É claro que ninguém vai fazer ou
deixar de fazer algo apenas por uma ideia proposta numa leitura, mas, um
texto assim como uma canção, pode ter o mesmo efeito de um conselho de um bom
amigo, de uma pessoa que se queira bem, e reforçar a
motivação necessária pras escolhas nas tomadas de decisões.
motivação necessária pras escolhas nas tomadas de decisões.
A minha formação é de técnico em contabilidade e, profissionalmente trabalhei em varias empresas como contador, e também fui proprietário de uma pequena empresa de assessoria empresarial.
Isso, até 1999, quando acontecimentos de ordem pessoal, levaram-me a uma profunda reflexão sobre a minha vida, obrigando-me a rever os meus valores.
Foi quando eu percebi que eu poderia fazer “qualquer coisa que eu quisesse”, e até mesmo, não fazer nada que eu não quisesse, que não me atraísse ou me desafiasse, e que não trouxesse satisfação pessoal.
Decidi então, romper com a minha profissão que, outrora, fora prazeroso e desafiador exercê-la,mas, há tempos tornara-se algo maçante, aprisionador e causador de neuras. E buscando uma nova perspectiva de vida, interrompi uma carreira em que sempre fui considerado um profissional brilhante por patrões, colegas de trabalho e clientes, mas, também marcada por inúmeros e sucessivos recomeços causados por problemas decorrentes da dependência química.
E, foi nessa época que um antigo ideal literário veio a tona, e escrevi o meu primeiro livro “O Leão Sol e a Abelha Lua de Mel, lançado no final de 2004.
Acredito que o condicionamento mental e as responsabilidades da minha antiga profissão, não me permitiria escrever esse livro que exigiu uma entrega total de “corpo e alma”.
Em 2005 participei de uma coletânea com o titulo de “Literatura Marginal da Editora Agir,
e em 2006 lancei Barco de Ilusões.
Escrever pra mim é um ato de
libertação e também uma terapia de autoconhecimento, porque muitas vezes sou
motivado pelo desejo de explicar algo que eu esteja buscando a compreensão.
Fernando Pessoa disse que o “poeta é
um fingidor”, e já ouvi de “outros pessoas” que o poeta é um mentiroso.
Eu até posso compreender essa
afirmação de poetas, e acredito que eles também compreenderiam quando eu
afirmasse que sou mais autentico e verdadeiro quando escrevo.
É que quando escrevo, estou buscando
a minha verdade. E esse é o meu único compromisso, a verdade que me liberta.
O meu trabalho muitas vezes é
associado a um movimento que se autodenomina “Literatura Marginal”
Mesmo tendo participado de
publicações com esse titulo e divulgando o meu trabalho de uma forma
alternativa, pessoalmente, tenho uma posição contrária a quaisquer rótulos em
relação a minha arte literária.
Só aceito essa classificação, ou
desclassificação, se ponderar que a Arte em sua pluralidade, universalmente, é
o movimento propondo mudanças e transformações que implicam em alterações no
epicentro contextual.
E as suas margens, o
Artista desenha, pinta, esculpe, escreve, buscando novas cores e formas, outros
sons,... Enfim, projetos de um mundo melhor.
A minha maior motivação é a
possibilidade que o meu trabalho encontre pessoas na
real sintonia daqueles que
busquem nas artes,nas
letras, elementos que auxiliem na sua compreensão existencial.. Pessoas capazes navegar em suas emoções e reflexões, e com os olhos
da alma, enxergar um pouquinho além ...
Porque a poesia não esta somente no
papel ou na tela do computador, mas principalmente, na consciência iluminada
daqueles que a reconheça.
Linha do Tempo
Se o tempo Linha tivesse,
Eu daria numa pipa( feita de pensamentos.)
Pra ser levada com o vento,
Junto com os meus sentimentos
Maurício Carvalho Marques
Retratos e Canções:
"Esse bebê sou eu"
formatura do antigo curso primário
"O moleque sou eu"
Em um tempo em que eu queria "saber bem mais que os meus vinte e poucos anos..."
"Esse cara sou eu"
Foto tirada no dia do lançamento do livro "O Leão Sol e a Abelha Lua de Mel"
"Esse coroa sou eu"
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